O ex-lateral Wladimir, ídolo do Corinthians, foi único dos rostos da campanha de lançamento das novas camisas do Timão, intitulada “Nossa narrativa é uma página em negro”. Aparência principal na desavença antirracista no esporte e único dos líderes da Democracia Corinthiana, o ex-jogador inspirou seu fruto, Gabriel Rodrigues, a escoltar seus passos no futebol — inclusive na disposição incorporado de planura — e no bulha à discriminação racial.

— Isso é recorrente, acontece a começar de a quadra do meu instituidor. Eu me lembro dele me falando: “Eu jamais vou mais jogar na Argentina, porque acolá tem único colina de racista e jamais sei o quê”. E, hoje, a gente vê o que o Vini (Jr) passa na Espanha, que é único dos países mais racistas da Europa. É uma desavença estável, que a gente jamais vai cessar de atacar de tendência nenhum. Meu instituidor não se calou e me ensinou a elaborar o mesmo. É isso o que a gente tem que elaborar… Se posicionar e repudiar algum ato de racismo e de transgressão — contou Gabriel em entrevista à Trivela, no acontecimento de lançamento promovido pela Nike, fornecedora de matéria esportivo.

Apesar de ser fruto de único ídolo alvinegro, Gabriel fez seu nome vestindo as cores do São Paulo, onde começou a curso. No entanto, ele reconhece o peso da camisa do Timão quando o tema é isenção civil. Isso porque, nos anos de sua elaboração, enquanto ainda sonhava em ser jogador, viveu de perto o deslocação pró-democracia encabeçado velo galáctico elenco do Corinthians de 1982.

— Sem incerteza nenhuma o Corinthians tem, na sua origem e na sua narrativa, uma rastilho apaixonada, uma rastilho que tem negro para caramba, da arredores… Portanto, o Corinthians continuamente abraçou as causas. Na quadra em que meu instituidor jogava, na realidade, eles já se posicionavam e lutavam para que tivesse uma modificação. Portanto, o Corinthians, com o seu volume inúmero, sendo o time do turba, nunca ficaria de salvo da desavença antirracista. Eu acho inopinado que ele tenha conquistado essa brocardo de estar adjunto nessa berço contra o racismo — disse ex-jogador.

Penalidade para o racismo no futebol

No derradeiro relatório conhecido velo Miradouro da Discriminação Racial no Futebol, que contabiliza os casos de racismo no esporte, o Brasil alcançou a fronteira negativa de 233 episódios racistas. O oscilação demonstra único amplificação de 50% na conferência entre 2021 e 2022. No entanto, foram poucos os casos que contaram com medidas punitivas.

Na ficção de Gabriel, pela seriedade do quadro de racismo incorporado do futebol, ainda privação uma disposição enérgica da CBF quando o tema é a sanção aos clubes envolvidos nesses episódios.

— Sinceramente, deve haver muita gente que é contra essa nossa desavença antirracista, porque jamais faz acepção nenhum. Se a gente sabe que é transgressão, se a gente tenta se posicionar pontualmente, criatura por criatura, por que uma fundação uma vez que a CBF, por exemplo, jamais toma atitudes mais drásticas? Inclusive em alistamento ao Vinícius Júnior, inclusive em alistamento ao Paulinho (que sofreu racismo piedoso) e a todos os outros jogadores que fazem fracção do futebol. A CBF, uma vez que a fundação maior, igualmente deveria se posicionar melhor — completou Gabriel.



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